sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta, 27 de setembro de 2012



Dia em que entreguei uma encomenda que minha mãe havia prometido ao funcionário do hospital da UNIMED, um ser agradável, que ajudou muito na hora que minha mãe mais precisou, quando ela já não andava mais, ele a carregou de uma cama pra outra, pra outras salas que precisavam de exames e ela não podia se locomover. no hospital ela sempre dizia que traria pra qualquer pessoa que falasse com ela: Eu vou trazer do ceará o melhor queijo e a melhor rapadura que você já comeu na vida, isso ela prometeu a ultima pessoa que realmente ela precisou enquanto estava no hospital. Evidentemente  nós teríamos que cumprir essa promessa... ( promessa é dívida, pelo menos pra nossa família). 
No dia que ela faleceu, ao caminho da funerária, meu irmão resolveu que enterraria ela no ceará, porque ela pedira muito quando ainda não estava debilitada: quando eu morrer quero me enterrar no meu ceará, onde estão as minhas amigas e as pessoas que considero minhas irmãs. A promessa foi cumprida e fizemos nossa parte. Adeus mãe amada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário